
PROCON/SC está acompanhando e fiscalizando o cumprimento das determinações no Estado. Imagem/Procon SC
O PROCON de Santa Catarina (PROCON/SC) iniciou o monitoramento do comércio no Estado após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinar, nesta sexta-feira (14), a apreensão e a proibição da comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e utilização de uma série de chás e produtos divulgados como “emagrecedores”.
Entre os itens proibidos está o Chá Sarapião, fabricado pela empresa Natural Ervas Produtos Naturais Ltda. Segundo a Anvisa, o produto não possui registro, notificação ou cadastro junto à Agência, e a empresa responsável não possui autorização sanitária para funcionamento.
A determinação também envolve produtos atribuídos a uma empresa de origem desconhecida, que não possuem registro sanitário e são divulgados ao público com promessa de emagrecimento. O objetivo é identificar estabelecimentos ou empresas que eventualmente estejam comercializando os produtos proibidos e adotar as medidas necessárias, incluindo notificações.
Produtos proibidos
Entre os produtos que tiveram a comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e utilização proibidas estão:
- Chá Sarapião;
- Milagroso Ervas Black;
- Milagroso Ervas Mounjaro Turbo;
- Milagroso Ervas Mounjaro 3x Turbo;
- Milagroso Ervas Detox;
- Mounfor X Emagrecedor;
- Milagroso Ervas Cápsula Azul;
- Milagroso Ervas Mounjaro Rosa;
- Milagroso Ervas Mounjaro;
- Milagroso Ervas Vermelho;
- Milagroso Ervas.
PROCON orienta consumidores
A diretora do PROCON/SC, delegada Michele Alves, orienta os consumidores a redobrarem a atenção diante de produtos que prometem emagrecimento rápido ou resultados considerados “milagrosos”.
“O consumidor precisa desconfiar de produtos que prometem resultados rápidos e garantidos, especialmente quando são comercializados pela internet ou pelas redes sociais. Antes de comprar, é fundamental verificar a procedência do produto e se ele possui autorização da Anvisa. Quando não há registro, informações claras sobre o fabricante ou garantia de segurança, o consumidor deve evitar a compra e, principalmente, não utilizar o produto”, orienta Michele.
A diretora também reforça que consumidores que já tenham adquirido algum dos produtos proibidos não devem utilizá-los. Nesses casos, a orientação é procurar o PROCON/SC para receber informações sobre as medidas que podem ser adotadas.
A recomendação é que os consumidores também fiquem atentos à procedência, ao fabricante e à regularização de produtos comercializados principalmente pela internet e pelas redes sociais.

