Comentário sobre o livro: “Felicidade Roubada – Augusto Cury”
Ao abrir Felicidade Roubada, o leitor é convidado a atravessar um território silencioso, porém profundamente inquietante: o da própria mente. Augusto Cury não escreve para informar — escreve para provocar. Ele nos conduz a perceber que não são apenas as circunstâncias externas que sequestram nossa felicidade, mas, sobretudo, os padrões invisíveis que cultivamos dentro de…

